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A sequência histórica do Bahia na Série A expõe o descompasso entre o pragmatismo da SAF e a busca por taças. Em caminho para fechar com a maior estabilidade de sua história no campeonato organizado por pontos, o Tricolor de Aço entrou na semana com vitória por 3 a 2 sobre o Internacional e perto de atingir dez jogos de invencibilidade.
Mesmo com a marca expressiva de manter o time entre os primeiros do Brasileirão, o ambiente ao redor do clube é marcado por críticas à gestão do técnico Rogério Ceni e ao processo de investimentos. A torcida reage mais pela frustração com títulos do que pela ausência de resultados no torneio principal.
O Bahia já soma 10 pontos no returno da Série A, mantendo-se na briga por Libertadores e pela vaga no G5. Ainda assim, o discurso popular aponta para um divórcio entre a precisão estatística e a exigência emocional das arquibancadas.
Historicamente acostumado a oscilações, o Bahia sob o Grupo City consolidou um feito inédito: 58 rodadas consecutivas dentro do G8 da competição. A pior posição na temporada de 2026 foi o sexto lugar, e o piso atual é o oitavo, marca que não aparecia desde a 10ª rodada de 2025.
O confronto entre a lógica de longo prazo da SAF e a ânsia por títulos continua sendo o principal capítulo da temporada de 2026, com o duelo contra o Red Bull Bragantino servindo como oportunidade para firmar ainda mais a posição no grupo que disputa a Libertadores.
Fonte da matéria: atarde.com.br





